A capacidade das células-tronco de se multiplicarem, reparando e formando diversos tecidos do corpo, como os da própria pele, torna essa pesquisa um importante avanço da medicina no tratamento de doenças até hoje incuráveis, como câncer (a leucemia inclusive), lesões na coluna (problemas de paralisia), danos cerebrais (Alzheimer e Parkinson) e tratamentos para danos no coração, entre outras.
Alguns métodos de coleta das células-tronco não geram polemicas ético-religiosas, como a coleta pelo cordão umbilical ou da medula óssea do próprio paciente. A polêmica surge quando se trata da retirada de células-tronco de embriões, pois implicaria a destruição deles. Muitos acham que o extermínio desses embriões é tão criminoso quanto o aborto, uma vez que acaba com uma forma de vida.
Se há possibilidade de salvar vidas, porque não? Até porque quantos espermatozóides ou óvulos são perdidos ao longo da vida... porque não usá-los para salvar vidas?
Há pessoas que estão fechando os olhos para novas possibilidades, essa pode ser a grande esperança de que em algum tempo as doenças crônicas sejam cada vez mais raras e cada vez mais fáceis de serem evitadas. O que seriam de nós hoje se os mesmos pesquisadores das vacinas, dos remédios não tivessem tentado o caminho da inovação? E cada vez mais vulneráveis a tantos tipos de doenças? Minha opinião é que se não tiver mudanças, será cada vez mais difícil de tentar prolongar a grande expectativa de vida de cada um de nós.
Alguns métodos de coleta das células-tronco não geram polemicas ético-religiosas, como a coleta pelo cordão umbilical ou da medula óssea do próprio paciente. A polêmica surge quando se trata da retirada de células-tronco de embriões, pois implicaria a destruição deles. Muitos acham que o extermínio desses embriões é tão criminoso quanto o aborto, uma vez que acaba com uma forma de vida.
Se há possibilidade de salvar vidas, porque não? Até porque quantos espermatozóides ou óvulos são perdidos ao longo da vida... porque não usá-los para salvar vidas?
Há pessoas que estão fechando os olhos para novas possibilidades, essa pode ser a grande esperança de que em algum tempo as doenças crônicas sejam cada vez mais raras e cada vez mais fáceis de serem evitadas. O que seriam de nós hoje se os mesmos pesquisadores das vacinas, dos remédios não tivessem tentado o caminho da inovação? E cada vez mais vulneráveis a tantos tipos de doenças? Minha opinião é que se não tiver mudanças, será cada vez mais difícil de tentar prolongar a grande expectativa de vida de cada um de nós.